Política de Privacidade do aplicativo
ÁREA FÁCIL
Seção 1- INFORMAÇÕES GERAIS
A presente Política de Privacidade contém informações sobre coleta, uso, armazenamento, tratamento e proteção de dados pessoais dos usuários e visitantes do aplicativo, com a finalidade de demonstrar absoluta transparência quanto ao assunto e esclarecer a todos interessados sobre os tipos de dados que são coletados, os motivos da coleta e a forma como os usuários podem gerenciar ou excluir as suas informações pessoais.
Esta Política de Privacidade aplica-se a todos os usuários e visitantes do aplicativo ÁREA FÁCIL e integra os Termos e Condições de Uso do aplicativo ÁREA FÁCIL, devidamente inscrita no CNPJ sob o n° 20.156.843/0001-99, situada em Rua Dos Leites, n° 69, Centro, Santo Antônio de Pádua/RJ, doravante nominada AREA FACIL SERVIÇOS LTDA ME.
O presente documento foi elaborado em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (Lei 13.709/18), o Marco Civil da Internet (Lei 12.965/14). Ainda, o documento poderá ser atualizado em decorrência de eventual atualização normativa, razão pela qual se convida o usuário a consultar periodicamente esta seção.
Seção 2- COMO RECOLHEMOS OS DADOS PESSOAIS DO USUÁRIO
Os dados pessoais do usuário são recolhidos pelo aplicativo da seguinte forma:
Quando o usuário cria uma conta/perfil no aplicativo ÁREA FÁCIL: esses dados são os dados de identificação básicos, como por exemplo, nome, e-mail e telefone de contato.
A partir deles podemos identificar o usuário, além de garantir uma maior segurança e bem-estar às suas necessidades. Ficam cientes os usuários de que seu perfil no aplicativo não estará acessível aos demais usuários do aplicativo ÁREA FÁCIL.
Quando o usuário acessa o aplicativo ÁREA FÁCIL: as informações sobre interação e acesso são coletadas pela empresa para garantir uma melhor experiência ao usuário.
Seção 3- QUAIS DADOS PESSOAIS RECOLHEMOS SOBRE O USUÁRIO?
Os dados pessoais do usuário recolhidos são os seguintes:
• Dados para criação da conta/perfil no aplicativo ÁREA FÁCIL: nome, e-mail e telefone de contato.
• Dados para concretizar transações: dados referentes ao pagamento e transações, tais como, nome, CPF e instituição bancária podem ser registrados.
• Dados relacionados a contratos: diante da formalização do contrato de compra e venda ou de prestação de serviços, entre o aplicativo e o usuário, poderão ser coletados e armazenados dados relativos à execução contratual, inclusive as comunicações realizadas entre a empresa e o usuário.
• Dados para criação da conta/perfil no aplicativo ÁREA FÁCIL: nome, e-mail e telefone de contato.
• Dados para concretizar transações: dados referentes ao pagamento e transações, tais como, nome, CPF e instituição bancária podem ser registrados.
• Dados relacionados a contratos: diante da formalização do contrato de compra e venda ou de prestação de serviços, entre o aplicativo e o usuário, poderão ser coletados e armazenados dados relativos à execução contratual, inclusive as comunicações realizadas entre a empresa e o usuário.
Seção 4- PARA QUE FINALIDADE UTILIZAMOS OS DADOS PESSOAIS DO USUÁRIO?
Os dados pessoais do usuário coletados e armazenados pelo aplicativo ÁREA FÁCIL tem por finalidade:
• Bem-estar do usuário: aprimorar o serviço oferecido, facilitar, agilizar e cumprir os compromissos estabelecidos entre usuário e a empresa, melhorar a experiência dos usuários e fornecer funcionalidades específicas a depender das características básicas do usuário.
• Dados de cadastro: para permitir o acesso do usuário a determinados conteúdos da plataforma, exclusivo para usuários cadastrados.
• Dados de contrato: conferir às partes segurança jurídica e facilitar a conclusão do negócio.
O tratamento de dados pessoais para finalidades não previstas nesta Política de Privacidade somente ocorrerá mediante comunicação prévia ao usuário, de modo que os direitos e obrigações aqui previstos permanecem aplicáveis.
• Bem-estar do usuário: aprimorar o serviço oferecido, facilitar, agilizar e cumprir os compromissos estabelecidos entre usuário e a empresa, melhorar a experiência dos usuários e fornecer funcionalidades específicas a depender das características básicas do usuário.
• Dados de cadastro: para permitir o acesso do usuário a determinados conteúdos da plataforma, exclusivo para usuários cadastrados.
• Dados de contrato: conferir às partes segurança jurídica e facilitar a conclusão do negócio.
O tratamento de dados pessoais para finalidades não previstas nesta Política de Privacidade somente ocorrerá mediante comunicação prévia ao usuário, de modo que os direitos e obrigações aqui previstos permanecem aplicáveis.
Seção 5- POR QUANTO TEMPO OS DADOS PESSOAIS FICAM ARMAZENADOS?
Os dados pessoais do usuário são armazenados pelo aplicativo durante o período necessário para a prestação do serviço ou do cumprimento das finalidades previstas no presente documento, conforme o disposto no inciso I do artigo 15 da lei 13.709/18.
Os dados podem ser removidos ou anonimizados a pedido do usuário, excetuando os casos em que a lei oferecer outro tratamento.
Ainda, os dados pessoais dos usuários apenas podem ser conservados após o término de seu tratamento nas seguintes hipóteses previstas no artigo 16 da referida lei:
I- cumprimento de obrigação legal ou regulatória pelo controlador;
II- estudo por órgãos de pesquisa, garantida, sempre que possível, a anonimização dos dados pessoais;
III- transferência a terceiro, desde que respeitados os requisitos de tratamento de dados dispostos nesta lei; ou
IV- uso exclusivo do controlador, vedado seu acesso por terceiro, e desde que anonimizados os dados.
I- cumprimento de obrigação legal ou regulatória pelo controlador;
II- estudo por órgãos de pesquisa, garantida, sempre que possível, a anonimização dos dados pessoais;
III- transferência a terceiro, desde que respeitados os requisitos de tratamento de dados dispostos nesta lei; ou
IV- uso exclusivo do controlador, vedado seu acesso por terceiro, e desde que anonimizados os dados.
Seção 6- SEGURANÇA DOS DADOS PESSOAIS ARMAZENADOS
O aplicativo se compromete a aplicar as medidas técnicas e organizativas aptas a proteger os dados pessoais de acessos não autorizados e de situações de destruição, perda, alteração, comunicação ou difusão de tais dados.
O aplicativo se exime de responsabilidade por culpa exclusiva de terceiro, como em caso de ataque de hackers ou crackers, ou culpa exclusiva do usuário, como no caso em que ele mesmo transfere seus dados a terceiros. Contudo, o aplicativo se compromete a comunicar o usuário em caso de alguma violação de segurança dos seus dados pessoais, caso sejam percebidas.
Os dados pessoais armazenados são tratados com confidencialidade, dentro dos limites legais. No entanto, podemos divulgar suas informações pessoais caso sejamos obrigados pela lei para fazê-lo ou em caso de violação de nossos Termos de Serviço.
Seção 7- COMPARTILHAMENTO DE DADOS
Os dados do perfil do usuário não são compartilhados publicamente em sistemas de busca, como também não é dentro do próprio aplicativo.
Seção 8- OS DADOS PESSOAIS ARMAZENADOS SERÃO TRANSFERIDOS A TERCEIROS?
Os dados pessoais dos usuários não serão compartilhados com terceiros.
Seção 9- CONSENTIMENTO
Ao utilizar os serviços e fornecer as informações pessoais no aplicativo, o usuário está consentindo com a presente Política de Privacidade.
O usuário ao cadastrar-se, manifesta conhecer e pode exercitar seus direitos de cancelar seu cadastro, acessar e atualizar seus dados pessoais e garante a veracidade das informações por ele disponibilizadas.
O usuário tem o direito de retirar o seu consentimento a qualquer tempo, para tanto deve entrar em contato através do e-mail atendimento@areafacil.com e aguardar prazo de 4 (quatro) dias úteis.
Seção 10- DIREITOS DO TITULAR
Todo usuário, pessoa natural, no aplicativo tem assegurado a titularidade de seus dados pessoais e garantidos os direitos fundamentais da lei 13.709/18.
Ainda, sobre os direitos do titular destaca-se o artigo 18 da lei 13.709/18:
O titular dos dados pessoais tem direito a obter do controlador, em relação aos dados do titular por ele tratados, a qualquer momento e mediante requisição:
I - confirmação da existência de tratamento;
II - acesso aos dados;
III - correção de dados incompletos, inexatos ou desatualizados;
IV - anonimização, bloqueio ou eliminação de dados desnecessários, excessivos ou tratados em desconformidade com o disposto nesta Lei;
V - portabilidade dos dados a outro fornecedor de serviço ou produto, mediante requisição expressa, de acordo com a regulamentação da autoridade nacional, observados os segredos comercial e industrial; VI - eliminação dos dados pessoais tratados com o consentimento do titular, exceto nas hipóteses previstas no art. 16 desta Lei;
VII - informação das entidades públicas e privadas com as quais o controlador realizou uso compartilhado de dados;
VIII - informação sobre a possibilidade de não fornecer consentimento e sobre as consequências da negativa;
IX - revogação do consentimento, nos termos do § 5º do art. 8º desta Lei.
1º O titular dos dados pessoais tem o direito de peticionar em relação aos seus dados contra o controlador perante a autoridade nacional.
2º O titular pode opor-se a tratamento realizado com fundamento em uma das hipóteses de dispensa de consentimento, em caso de descumprimento ao disposto nesta Lei.
3º Os direitos previstos neste artigo serão exercidos mediante requerimento expresso do titular ou de representante legalmente constituído, a agente de tratamento.
4º Em caso de impossibilidade de adoção imediata da providência de que trata o § 3º deste artigo, o controlador enviará ao titular resposta em que poderá:
I - comunicar que não é agente de tratamento dos dados e indicar, sempre que possível, o agente; ou
II - indicar as razões de fato ou de direito que impedem a adoção imediata da providência.
5º O requerimento referido no § 3º deste artigo será atendido sem custos para o titular, nos prazos e nos termos previstos em regulamento.
6º O responsável deverá informar, de maneira imediata, aos agentes de tratamento com os quais tenha realizado uso compartilhado de dados a correção, a eliminação, a anonimização ou o bloqueio dos dados, para que repitam idêntico procedimento, exceto nos casos em que esta comunicação seja comprovadamente impossível ou implique esforço desproporcional.
7º A portabilidade dos dados pessoais a que se refere o inciso V do caput deste artigo não inclui dados que já tenham sido anonimizados pelo controlador.
8º O direito a que se refere o § 1º deste artigo também poderá ser exercido perante os organismos de defesa do consumidor. Importante ressaltar ainda que, a confirmação de existência ou acesso a dados pessoais serão providenciados, mediante requisição do titular nos termos do artigo 19 da lei 13.709/18. O titular dos dados tem o direito a solicitar a revisão de decisões tomadas unicamente com base em tratamento automatizado de dados pessoais que afetem seus interesses, incluídas as decisões destinadas a definir o seu perfil pessoal, profissional, de consumo e de crédito ou os aspectos de sua personalidade. O controlador deverá fornecer, sempre que solicitadas, informações claras e adequadas a respeito dos critérios e dos procedimentos utilizados para a decisão automatizada, observados os segredos comercial e industrial. Em caso de não oferecimento das informações solicitadas pelo titular de dados, baseado na observância de segredo comercial e industrial, a autoridade nacional poderá realizar auditoria para a verificação de aspectos discriminatórios em tratamento automatizado de dados pessoais. Os dados pessoais referentes ao exercício regular dos direitos pelo titular não podem ser utilizados em seu prejuízo.
I - confirmação da existência de tratamento;
II - acesso aos dados;
III - correção de dados incompletos, inexatos ou desatualizados;
IV - anonimização, bloqueio ou eliminação de dados desnecessários, excessivos ou tratados em desconformidade com o disposto nesta Lei;
V - portabilidade dos dados a outro fornecedor de serviço ou produto, mediante requisição expressa, de acordo com a regulamentação da autoridade nacional, observados os segredos comercial e industrial; VI - eliminação dos dados pessoais tratados com o consentimento do titular, exceto nas hipóteses previstas no art. 16 desta Lei;
VII - informação das entidades públicas e privadas com as quais o controlador realizou uso compartilhado de dados;
VIII - informação sobre a possibilidade de não fornecer consentimento e sobre as consequências da negativa;
IX - revogação do consentimento, nos termos do § 5º do art. 8º desta Lei.
1º O titular dos dados pessoais tem o direito de peticionar em relação aos seus dados contra o controlador perante a autoridade nacional.
2º O titular pode opor-se a tratamento realizado com fundamento em uma das hipóteses de dispensa de consentimento, em caso de descumprimento ao disposto nesta Lei.
3º Os direitos previstos neste artigo serão exercidos mediante requerimento expresso do titular ou de representante legalmente constituído, a agente de tratamento.
4º Em caso de impossibilidade de adoção imediata da providência de que trata o § 3º deste artigo, o controlador enviará ao titular resposta em que poderá:
I - comunicar que não é agente de tratamento dos dados e indicar, sempre que possível, o agente; ou
II - indicar as razões de fato ou de direito que impedem a adoção imediata da providência.
5º O requerimento referido no § 3º deste artigo será atendido sem custos para o titular, nos prazos e nos termos previstos em regulamento.
6º O responsável deverá informar, de maneira imediata, aos agentes de tratamento com os quais tenha realizado uso compartilhado de dados a correção, a eliminação, a anonimização ou o bloqueio dos dados, para que repitam idêntico procedimento, exceto nos casos em que esta comunicação seja comprovadamente impossível ou implique esforço desproporcional.
7º A portabilidade dos dados pessoais a que se refere o inciso V do caput deste artigo não inclui dados que já tenham sido anonimizados pelo controlador.
8º O direito a que se refere o § 1º deste artigo também poderá ser exercido perante os organismos de defesa do consumidor. Importante ressaltar ainda que, a confirmação de existência ou acesso a dados pessoais serão providenciados, mediante requisição do titular nos termos do artigo 19 da lei 13.709/18. O titular dos dados tem o direito a solicitar a revisão de decisões tomadas unicamente com base em tratamento automatizado de dados pessoais que afetem seus interesses, incluídas as decisões destinadas a definir o seu perfil pessoal, profissional, de consumo e de crédito ou os aspectos de sua personalidade. O controlador deverá fornecer, sempre que solicitadas, informações claras e adequadas a respeito dos critérios e dos procedimentos utilizados para a decisão automatizada, observados os segredos comercial e industrial. Em caso de não oferecimento das informações solicitadas pelo titular de dados, baseado na observância de segredo comercial e industrial, a autoridade nacional poderá realizar auditoria para a verificação de aspectos discriminatórios em tratamento automatizado de dados pessoais. Os dados pessoais referentes ao exercício regular dos direitos pelo titular não podem ser utilizados em seu prejuízo.
Seção 11- ALTERÇÕES PARA ESSA POLÍTICA DE PRIVACIDADE
Reservamos o direito de modificar essa Política de Privacidade a qualquer momento, então, é recomendável que o usuário revise-a com frequência.
As alterações e esclarecimentos vão surtir efeito imediatamente após sua publicação no aplicativo. Quando realizadas alterações, os usuários serão notificados. Ao utilizar o serviço ou fornecer informações pessoais após eventuais modificações, o usuário demonstra sua concordância com as normas.
Diante de fusão ou venda do aplicativo à outra empresa os dados dos usuários podem ser transferidos para os novos proprietários para que a permanência dos serviços oferecidos seja continuada.
Seção 12- JURISDIÇÃO PARA RESOLUÇÃO DE CONFLITOS
Para a solução de controvérsias decorrentes do presente instrumento será aplicado integralmente o Direito brasileiro.
Eventualmente, caso algum usuário do aplicativo ingresse com um processo judicial ou extrajudicial, com o intuito de sanar algum litígio, o que não deverá ocorrer, haja vista que quando o usuário aceita o Contrato de Termos Gerais de Uso está concordando em solucionar qualquer litígio diretamente com o proprietário do aplicativo, tais litígios deverão ser apresentados no foro da comarca em que se encontra a sede da empresa.